Música digital não vende

09/09/2009 15:12:17
Por Fernando Souza Filho
 

Musiac

O sucesso das vendas de música digital talvez não seja tudo que se anda propagando por aí. Segundo recente estudo da MCPS/PRS Alliance, cerca de 85% de todos os álbuns digitais de música disponíveis para download não vendem uma cópia sequer. Isso mesmo, nenhuma copiazinha sequer é vendida pela internet.

Em contrapartida, cerca de 80% de toda a receita de músicas digitais vem de apenas 52 mil músicas, geralmente hits de artistas já consagrados.

Os dados foram apresentados por Will Page, economista-chefe e pesquisador da MCPS/PRS Alliance. Para quem não conhece, essa aliança reúne a MCPS (Mechanical-Copyright Protection Society) e a PRS (Performing Right Society), que são entidades britânicas que administram royalties para músicos e compositores, tanto para CDs quanto para TVs, rádios e downloads legais via internet.

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05/08/09 - 19h51 - Atualizado em 05/08/09 - 20h15

Comissão aprova projeto de lei que dá isenção a CDs e DVDs

Se aprovada, emenda pode baratear em 25% preço final.
PEC da Música tem apoio de artistas como Di Ferrero.

Do G1, em São Paulo

 


Uma comissão especial formada por 18 deputados aprovou nesta quarta-feira (5) um parecer para o projeto de lei que oferece isenção total de impostos para a produção e comercialização de CDs e DVDs de música brasileira. O projeto de emenda constitucional - batizado de PEC da Música - deverá ser apreciado pela Câmara, em setembro, e em seguida pelo Senado.

De acordo com o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), se aprovada, a medida reduzirá em até 25% o preço final de CDs e DVDs para o consumidor. Além dos produtos físicos, o projeto de lei também pede isenção para fonogramas comercializados por celular e pela internet.

A proposta, segundo o deputado, visa "atualizar a Constituição ao que significa o mercado da música no século 21" e abrir "espaço para que a comercialização [de música] na internet possa evoluir de maneira formal".

Pela legislação atual, já gozam do mesmo benefício produtos culturais como livros e jornais. Para Leite, o fim do imposto representaria um "estímulo a lançamento de novos talentos" e permitiria que as gravadoras operassem com "mais competitividade".

Entre os artistas que apoiam a PEC da Música estão o vocalista da banda NxZero Di Ferrero, o cantor Jorge Vercilo, e os sertanejos.

PARA A PRODUÇÃO INDEPENDENTE ESSA POSSIBILIDADE ABRE MUITOS CAMINHOS ESTAMOS FALANDO DE 25%.

ACOMPANHEM ISSO!!!

 

O jabá nosso de cada dia.
Vejam que esse ser humano é consultor de rádio e produtor de audio. Tem um site e e-mail, caso considerem o contato interessante.

Consultor de rádios, administrador de empresas, locutor e produtor de áudio.
Rádios: Atlântida FM, Manchete FM, Globo FM, Mega FM, Jornal FM, Atividade FM e Executiva FM.
Hoje sou proprietário da JET 7 Produções, a maior empresa de vinhetas cantadas em português do  mundo na internet. São mais de 3000 vinhetas em pacotes para emissoras em todo o país e no exterior, como Estados Unidos, Ingleterra, Japão e México. Visite http://www.jet7.com.br
a home dele
http://gabrielpassajou.wordpress.com/


Julho 29, 2009

Tenho acompanhado a discussão sobre o jabá mais de perto nos últimos dias desde que o cantor do Detonautas, Tico Santa Cruz, expôs a ferida aberta em seu blog (leia aqui).

Antes de mais nada, é muito interessante ler o ponto de vista de alguém que está dentro do processo de divulgação e pertence ao mainstream do entretenimento.  Foi esclarecedor ler alguns argumentos de Tico, que a partir de agora comento aqui:

“O Detonautas antes de mais nada é uma grupo que se dedica ao rock nacional e faz parte de um cenário onde os planejamentos de lançamentos são  baseados nas parcerias que existem entre Gravadoras, Rádios e artistas.”

Ok, logo de cara ele já se coloca como uma banda veiculada à uma gravadora, diga-se de passagem a poderosíssima multinacional Sony. Então devemos esquecer que não se trata na luta entre o bem e o mal.  Davi, o pequeno artista independente e proletário contra Golias, a malvada rede Mix FM, capitalista – exploradora – dos – fracos – e – oprimidos. Na minha opinião, o artista omite propositadamente o nome Sony Music (só a trata como “gravadora”), para justamente não desviar a atenção dessa imagem. Na verdade, o embate é entre duas grandes empresas, titãs empresariais em seus segmentos.

“Existem muitas emissoras espalhadas por todos os estados e na maioria delas somos bem vindos, temos nossas canções tocadas diariamente e compartilhamos nosso trabalho com um número grande de ouvintes, o que mantém o Detonautas na estrada fazendo uma média de 8 shows mensais mesmo estando ausente do que muitos entendem por “mídia”, leia-se  programas populares de TV e primeiro lugar nas paradas de sucesso.”

Bom, se existem muitas emissoras espalhadas pelo Brasil que tocam Detonautas, não quer dizer que eles estejam no ostracismo e muito menos fora da mídia. Pergunto-me, de forma incocente,  como a gravadora Sony Music insere sua banda nessas rádios, ou o ‘maligno jabá” é apenas para a rede Mix. Ou seja, não desviemos o foco da questão. A reclamação do vocalista do Detonautas é estritamente comercial, algo que ele fala várias vezes no post. Em frente…

“Pois bem, assim como temos nossos altos e baixos é muito comum que uma Emissora se torne a principal líder de audiência enquanto as outras vão se adaptando as novas necessidades e infelizmente isso faz com que quem antes era parceiro e batia na porta convidando para Festivais, entrevistas e etc., acabe sob o efeito inebriante que o gosto do poder oferece e passe a fazer suas escolhas ignorando seus antigos aliados. Isso é muito comum neste mundo.
Quantas histórias não conhecemos de gente que chega ao topo, assume uma posição privilegiada e passa a ignorar aqueles que o ajudaram a chegar lá?”

Aqui Tico acredita que houve ingratidão da Mix em relação à sua banda. Mas esse sentimento é normalmente levado à tona muito mais em questões pessoais que profissinais. Se o texto tem como assunto-chave uma negociação comercial fracassada entre as partes, usar esse argumento é um recurso ignóbil, pois ambas as partes se beneficiaram: A Mix teve um conteúdo musical e promocional interessante (Detonautas) e os Detonautas uma vitrine privilegiada para exibir suas canções (Rede Mix). Houve uma troca justa e não uma exploração da boa vontade do grupo. Acho que Tico Santa Cruz errou um pouco a mão nesse ponto.

“Vale lembrar que não estou comentando apenas com relação a amizade, estamos falando de negócios, dinheiro, comércio. É assim no mundo inteiro, essa é a realidade. E o que é comercialmente importante torna-se obviamente alvo de cortejo dos interessados.”

Acho foi bem colocado da parte dele especificar (até mais de uma vez no texto) essa questão. Existe um conceito errôneo que apenas artistas populares pagam jabá, afinal de contas, “quem toca música sertaneja a não ser pelo jabá?”, dizem os desinformados/ mal intencionados. Em muitos fóruns, é comum ler esse tipo de colocação maniqueísta: “A Nativa aliena enquanto a Jovem Pan conscientiza o jovem.” Nada pode ser tão longe da realidade. Nesse ponto, mais uma vez, Tico Santa Cruz expõe que a relação é comercial, o que acho bem coerente e honesto da parte dele.

“Eles queriam que nós modificássemos a estrutura original da música, baixando as guitarras e refazendo os arranjos para que pudesse tocar em sua programação. Chegaram a sugerir que mandariam um produtor DELES para pegar a MASTER ABERTA de nossa gravação e colocar o padrão Mix de som. Nós batemos o pé e não aceitamos.”

Aqui temos uma decisão pessoal da banda e nem cabe julgamento algum. De qualquer forma, há muito tempo artistas internacionais já fazem diferentes versões de uma música justamente para encaixar suas músicas em vários formatos de rádio. Acho uma decisão inteligente que deveria ser levada mais em consideração pelos nossos artistas.

Depois o texto entra em meandros que não cabe neste post. A essência que me interessa é justamente a abertura para o grande público dos acordos comerciais do mundo pop. Fato também explicitado por Tico em outra entrevista (leia tudo aqui):

“Ficar nas mãos dos interesses comerciais de alguns homens me angustia muito e sei que faço parte desse sistema e que em vários momentos compactuei com eles quando me interessou, mas o jogo é assim e quem não se enfia no meio não sabe exatamente como funciona e sem saber como funciona não sabe como pode mudar.”

Não deixa de ser admirável essa postura. Apesar de muitos não acreditarem,  rock é  tão legítimo como o sertanejo, pagode e calipso. São produtos comerciais de grandes gravadoras, geralmente multinacionais, que em última instância investem para ter lucro. E não poderia ser diferente.

O fato é que o jabá é tão antigo e enraizado na própria cultura do brasileiro que se torna impossível a sua extinção. Se Elis Regina entrou no rádio pelo jabá, porque os Detonautas ou Victor e Léo não entrariam? Poucos sabem, mas o sabão em pó que está em destaque no supermercado ou o best-seller exposto na principal gôndola da livraria é fruto do mais puro e legítimo jabá.

Não deixa também de ser um “jabá pessoal” quando baixamos músicas na internet, quando o certo seria comprarmos o cd. Alguém está levando vantagem e somos nós, não é verdade? Que atire o primeiro mouse quem nunca pensou isso.

O combustível do rádio comercial é o sucesso! Essa é a regra. E sucesso quer dizer maiores repetições nas programações das emissoras, para que a música fixe na memória do ouvinte. Existem duas limitações. O período de maior atenção do público é curto e o número de artistas que deseja o olimpo da fama é grande. A lei da oferta e da procura, tão importante quando a da gravidade, entra em ação. É um espaço valioso. Isso serve para qualquer emissora e formato musical. É um processo que se auto-alimenta. O rádio ainda tem uma atuação importante nessa área. Lembremos que internet atinge apenas 20% da população brasileira.

A grande hipocrisia é ler que o rádio é uma concessão pública e bla, bla, bla… Bobagem. Quem usa esses termos só o faz simplismente porque tem seus interesses PESSOAIS prejudicados, só isso. “O rádio é do povo!” Bradam eles! Mas quando o rádio tocavam rock nos anos 80, nenhum deles pediu mais música caipira, carimbó  ou baião  no rádio, pediram? Não, TAVA BOM DEMAIS, certo? Afinal o som que EU gosto já ouvia nas ondas do FM. Acho legítimo reclamar da falta de diversidade no rádio, mas sem usar relativismos ou argumentos toscos.

A realidade: Não há rádios para todos os estilos musicais!  Sempre um segmento será esquecido, até porque a música hoje é muito mais complexa do que há 15 anos. Solução: Vá para a internet. É o único universo sem imite para a música. Não está satisfeito com o mídia? Seja a mídia. Faça sua webrádio! Faça o que você gostaria que estivesse no ar.

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Crise do CD fecha principal gravadora independente do Brasil

 

Devido às quedas bruscas na venda de CDs a Kuarup, uma das principais gravadoras independentes do Brasil, foi obrigada a encerrar suas atividades em 2009. A nota publicada no site da gravadora explica “Entendemos que a crise do CD é irreversível e tornou inviável nosso modelo de negócio”.

 

A gravadora que possuía um catálogo 100% formado por artistas brasileiros como Renato Teixeira, Adoniran Barbosa, Cartola entre outros, não conseguiu se adaptar ao atual modelo do mercado fonográfico “Ao longo dos últimos anos, as vendas de produtos físicos sofreram queda vertiginosa, nem de longe compensada pelas vendas por download”.

 

Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos de 2004 até 2007 a venda de CDs caiu mais da metade no mundo. Por conta do surgimento de uma nova via para o consumo da música que a internet proporciona: o MP3.

 

Com a utilização da internet para divulgação, execução e venda da música, as gravadoras que calcavam seu trabalho na distribuição da obra do artista perdem seu espaço e precisam pensar novos meios de atuação no mercado da música digitalizada, que já é uma realidade.

 

A venda de CDs cai, mas o consumo e produção musical estão em alta

 

A música digitalizada causou um efeito devastador na venda de CDs e obrigou a indústria fonográfica a procurar novos métodos de atuação no mercado.

 

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica aponta uma variação negativa de 25% no valor movimentado com a venda de CDs no Brasil entre os anos de 2006 e 2007. O país está entre os 20 principais mercados de música no mundo.

 

Quem sofre com isso são as gravadoras. Os artistas e consumidores continuam em seus papéis no mercado fonográfico. Um produz e o outro consome, mas sem a figura do intermediário (gravadora) entre eles. Através de sites de download como o TramaVirtual, MySpace entre outros, é possível que haja o contato imediato entre músico e ouvinte.

 

Outra dor de cabeça para as gravadoras é a grande variedade e diversidade de artistas que a internet comporta. Que supera a capacidade de qualquer gravadora convencional. Diante desta enorme gama de artistas e do atual quadro do mercado fonográfico digital concentrado em venda de música e não de álbuns, a indústria musical deixa de investir em poucos artistas de sucesso, e passam a investir em muitos artistas que vendem pouco. 

Editoras recorrem à UE para proteger direitos

 

13/07/09

 

As mais importantes editoras de jornais e revistas europeias apelaram à Comissão Europeia para reforçar a proteção dos direitos autorais, de modo a se abrir novos caminhos para a geração de receita online.

As editoras alegam que o uso generalizado do seu conteúdo por agregadores de notícias na internet e outros sites vem prejudicando seus esforços para desenvolver novas atividades online, quando leitores e anunciantes começam a abandonar as revistas e jornais em seu formato convencional.

 

"Inúmeros provedores de notícias usam o trabalho de autores, editoras e emissoras de rádio e TV sem pagar nada por isso", diz a petição enviada a Viviane Reding, a comissária de mídia e telecomunicações da União Europeia. "Isso, a longo prazo, ameaça a produção de conteúdo de alta qualidade e um jornalismo independente."

 

As editoras europeias estão preocupadas porque pretendem gerar receita cobrando dos usuários dos seus sites, e sair da dependência dos anunciantes. Até o momento, somente um pequeno grupo de jornais e revistas, incluindo o The Wall Street Journal e o The Financial Times, tem tido sucesso cobrando dos leitores para consultar os seus sites.

 

A iniciativa surgiu de uma campanha na Alemanha, conduzida pela editora Axel Springer, que publica o tabloide Blick, para tornar ainda mais consistente a legislação de direito autoral no país. As editoras alemãs desejam criar um chamado "direito de vizinhança" para as editoras, similar ao já existente no campo da edição de música.

 

Segundo executivos dessas editoras, se for obtido esse direito, a ideia é tentar conseguir que empresas usuárias paguem pelo acesso ao conteúdo online, obtendo uma licença especial; essa taxa seria cobrada por uma nova organização que seguiria o modelo da "sociedade", que arrecada os royalties em nome das editoras de música. Os usuários individuais não pagariam essa licença.

 

A carta entregue na quinta-feira a Viviane Reding ofereceu propostas específicas. As editoras pediram que a legislação vigente seja aplicada com mais rigor, disse Heidi Lambert, porta-voz do European Publishers Council (Conselho de Editoras Europeias), que endossou a petição.

 

As editoras vêm insistindo para que o Google e outras empresas de internet adotem uma nova tecnologia para que se administre a relação entre as editoras online e os buscadores na internet. O sistema, Automated Content Access Protocol, pode permitir que as editoras estabeleçam as condições de uso do seu conteúdo por agregadores de notícias e buscadores.

 

O sistema, defendido pelo conselho de editoras e pela Associação Mundial de Jornais e Editoras de Notícias (WAN-Ifra), facilitaria a criação de sites lucrativos. Mas, para os críticos, isso vai criar novos obstáculos desnecessários para os usuários.

 

A petição foi assinada pelos executivos da News Corp, Axel Springer, Gruner Jahr, Lagardère, Independent News & Media, Daily Mail & General Trust, Burda Media e o Grupo Espresso, entre outros.

 

Fonte: O Estado de S.Paulo

Blog do Autor

Rádios online dos EUA fecham acordo com titulares de direitos autorais

Blog do Autor | Blog do Autor | 13/07/2009 15:33

 

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Radialistas online e detentores de direitos autorais nos EUA fecharam um acordo que determina que as grandes rádios comerciais da web pagarão por músicas executadas em sua programação até 25% de sua receita ou uma "taxa por performance" abaixo da estabelecida pela Comissão Federal de Direitos Autorais. Estações menores pagarão uma porcentagem da receita ou dos custos. A notícia foi publicada no jornal New York Times na semana passada. O acordo foi estabelecido entre a SoundExchange, uma organização sem fins lucrativos que coleta royalties para donos de direitos autorais, e três rádios menores: radioIO, Digitally Imported e AccuRadio.

 

Uma das rádios mais populares - a Pandora Media, da Califórnia, que tem boa parte da renda proveniente da propaganda - disse que o acordo vai garantir sua sobrevivência.

 

- É difícil precisar o quanto essa decisão significa para nós - disse Tim Westergren, fundador da Pandora.

 

Em março de 2007, uma decisão da Comissão Federal de Direitos Autorais aumentara as taxas que rádios online deveriam pagar para artistas e gravadoras, que passaram a representar até 70% das receitas de algumas estações.

Vejam isso:

Beleza esse mundo que pemite o acesso a criatividade alheia.

Quando que uma gravadora produziria um clipe desse? E se fizesse quanto custaria?

Bjo

Raissa

 

 

 

Trabalho com a proteção do autor há muito tempo. Tô confusa com o mercado!

Em meio a toda essa falação atual sobre proteção ao autor,  flexibilização de direitos, punição para aqueles que baixam músicas de forma ilegal ou até quando circulam noticias de que usuário de internet que baixa conteúdo ilegal em alguns países da Europa ficará sem internet, percebo que estamos em meio ao caos onde cada um esta na defesa do que melhor lhe interessa. Existe pouca preocupação daqueles que discutem publicamente o assunto em informar os fatos e em buscar soluções que contemplem todas as formas de interesses. Há sim, um movimento no mundo inteiro para encontrar melhores caminhos e uma forma de contemplar a todos, o que não é fácil! Mas, esses movimentos não são publicitários, não ocorrem sobre os holofotes em busca de atenção da mídia, eles são direcionados com foco da defesa da lei, algo não muito fácil de ser criado e que quando existe como uma conquista de uma classe deve ser preservado ou pelo menos discutido com respeito as possíveis mudanças, tem aqueles que podem de fato construir uma mudança concreta ou trabalhar em prol de algo que contemple os direitos em tempos de mudança de paradigmas.

O autor, parte criativa, tem que ser remunerado, o mundo virtual com seus usuários tem que entender que ninguém trabalha de graça, nem o autor que embala nossas vidas com suas criações que tanto nos inspira, se ele quiser dar de graça ele dará, se não quiser temos que pagar, porque se fosse algo tão comum e fácil de ser feito estaríamos todos nós nos ocupando do oficio de criar! mas não podemos negar que é uma delícia entrar no You Tube e assistir ao video de Elis Regina que morreu antes que eu tivesse maturidade para entender que ela era maravilhosa ou ver parte de um Show no qual não pude comparecer. 

Os seres humanos precisam ter acesso a cultura, a arte, a música, a educação, a saúde e tantos outros direitos essenciais que o estado teria obrigação de prover, o que não acontece, ficando a cargo da iniciativa privada oferecer esses serviços a quem pode pagar, apesar do interesse ser garantido.

O mercado precisa sobreviver as mudanças sócio econômicas, seus interesses devem ser contemplados afim de que o mesmo continue fazendo a roda girar.

As instituições e as sociedades que se unem em prol de um mesmo interesse tem se movimentado na direção do entendimento, apesar de não ser tão amplamente divulgado.

Enfim, vivemos num mundo redondo as coisas vão e voltam. A busca pelo lucro norteia a vida de todos, impede a facilidade de entendimento entre interesse publico e privado e atinge quem esta na base da pirâmide, isso é a sociedade de 1800, a sociedade de 2009 e será a sociedade de 2050.

Vamos em frente, fuçando na internet, descobrindo canções, filmes, fotos, buscando entendimento e alimentando o sistema capitalista.

Já ouviram a nova música do ex ministro da cultura? Ela esta gratuita na internet? Você consegue usar essa canção no seu projeto social sem ter que pedir autorização?  

Seu servidor de internet é gratuito? Para garantir o acesso a informação? 

O You Tube vale quanto mesmo?

hehehhehhehe

Cada um segura o seu osso!

Beijos

Raissa

 

Música

Quarta, 8 de julho de 2009, 20h08 

Ash pode abandonar CD e lançar músicas somente em singles 

Tim Wheeler disse que a banda já tem 44 músicas prontas

 

Seguindo a tendência de alguns grupos de abandonar o formato do CD, os roqueiros do Ash podem estar planejando nunca mais lançar nenhum álbum e se dedicar ao lançamento de músicas separadamente.

 

» Ouça Ash no Sonora

A notícia correu rapidamente pelos fóruns e blogs de fãs da banda depois de que Tim Wheeler, vocalista do grupo, falou sobre os planos do Ash.

"Já gravamos 44 músicas e vamos fazer muito mais, estamos experimentando muito. Todas as canções estão no nível que gostaríamos que estivessem. Para lançar essa quantidade de músicas em um ano, precisamos estar contentes com elas. Devemos ter até 55 até outubro", afirmou o irlandês.

 

Publicado por Everton Rodrigues

mpb-iteia

Está pronta a primeira versão do manifesto Música Para Baixar (MPB).
Quem cria, produz ou usa música pode assinar nosso manifesto. Assine e divulgue o manifesto Música Para Baixar.

Para assinar basta acessar: http://www.petitiononline.com/mpb/petition.html

Deixe seus comentários no blog.

Manifesto Movimento Música para Baixar

É a partir do surgimento da democratização da comunicação pela rede cibernética, que a conjuntura na música muda completamente.

Um mundo acabou. Viva o mundo novo!

O que antes era um mercado definido por poucos agentes, detentores do monopólio dos veículos de comunicação, hoje se transformou numa fauna de diversidade cultural enorme, dando oportunidade e riqueza para a música nacional – não só do ponto de vista do artista e produtor(a), como também do usuário(a).

Neste sentido, formamos aqui o movimento Música para Baixar: reunião de artistas, produtores(as), ativistas da rede e usuários(as) da música em defesa da liberdade e da diversidade musical que circula livremente em todos os formatos e na Internet.

Quem baixa música não é pirata, é divulgador! Semeia gratuitamente projetos musicais.

Temos por finalidade debater e agir na flexibilização das leis da cadeia produtiva, para que estas não só assegurem nossos direitos de autor(a), mas também a difusão livre e democrática da música.

O MPB afirma que a prática do “jabá” nos veículos de comunicação é um dos principais responsáveis pela invisibilidade da grande maioria dos artistas. Por isso, defendemos a criminalização do “jabá” em nome da diversidade cultural.

O MPB irá resistir a qualquer atitude repressiva de controle da Internet e às ameaças contra as liberdades civis que impedem inovações. A rede é a única ferramenta disponível que realmente possibilita a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade de pensamento.

Novos tempos necessitam de novos valores. Temas como economia solidária, flexibilização do direito autoral, software livre, cultura digital, comunicação comunitária e colaborativa são aspectos fundamentais para a criação de possibilidades de uma nova realidade a quem cria, produz e usa música.

O MPB irá promover debates e ações que permitam aos agentes desse processo, de uma forma mais ampla e participativa, tornarem-se criadores(as) e gestores(as) do futuro da música.

O futuro da música está em nossas mãos. Este é o manifesto do movimento Música Para Baixar.

RJ – Leoni – Cantor e Compositor – http://www.leoni.art.br/ e http://musicaliquida.blogspot.com
DF – Ellen Oléria – Cantora e Compositora – http://sapatariadf.wordpress.com/
PB – Kaline Lima – Rapper
RS – Nei Lisboa – Cantor e Compositor – http://www.neilisboa.com.br/
SP – Trupe o Teatro Mágico – http://www.oteatromagico.mus.br/novo/
RS – Banda Bataclã – http://www.bataclafc.com.br/
PA – Juca Culatra & Power Trio – http://www.myspace.com/jucaculatrapowertrio
ES – Banda Sol na Garganta do Futuro – http://solnagargantadofuturo.blogspot.com/
PR – Banda Nuvens – http://www.nuvens.net/
DF – Banda Coyote Guará – www.coyoteguara.com.br
MT – Eduardo Ferreira – Integrante do Caximir, OsViralata e da Afábrika – caximirbuque.blogspot.com
DF – GOG – Rapper e Poeta – http://gograpnacional.com.br/
PA – Casarão cultural Floresta Sonora – http://www.myspace.com/florestasonora1
DF – Jaqueline Fernandes – Produtora Cultural – http://grioproducoes.blogspot.com/
PE – Pedro Jatobá – Diretor de Açoes Culturais do Instituto Intercidadania – http://www.intercidadania.org.br/
SP – Cabeto Rocker – Pascolato-Músico/Produtor Cultural
SP – Mateus Zimmermann – Jornalista, designer editorial e fotografo – www.mateus.jor.br
BR – Sociedade de Usuarios da Tecnologia Java – SouJava – http://www.soujava.org.br
SP – Fabio Malagoli Panico Bugnon – Advogado

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8 Julho, 2009...10:07 am

Detonautas detonando gravadora

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O grupo Detonautas está disponibilizando para download gratuito, isso mesmo gratuito, uma bela música chamada “O inferno são os outros”.

Isso mostra a tendência mundial das bandas em disponibilizar seus trabalhos via internet sem a intermediação das gravadoras, na qual estão finalmente com seus dias contados, pode demorar, mas com certeza é algo que não tem mais volta.

A internet está popularizando várias bandas sem o intermédio das gravadoras em várias regiões do país, inclusive se você ainda não conhece nenhuma em sua cidade pode fazer uma pesquisa no site PalcoMp3 e dar uma força por este movimento em prol da Liberdade. Dentre algumas bandas você encontra nomes famosos como Dado Villa-Lobos, Almir Sater entre outros, vale a pena conferir e baixar suas músicas.

Na minha cidade por exemplo encontrei 60 bandas cadastradas no site e algumas delas já são bem conhecidas por aqui.

Você quer saber qual é a minha cidade? Clique aqui e saiba onde resido….

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16/06/09 - 11h28 - Atualizado em 16/06/09 - 11h29

Gasto em entretenimento digital puxa expansão lenta da mídia, diz pesquisa

Conteúdo digital deve compensar o declínio dos modelos tradicionais.
Acesso à internet e vendas de publicidade lideram o processo nos EUA.

Da Reuters

Tamanho da letra

O investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento relativamente moderado, de 2,7%. Enquanto isso, o avanço no conteúdo digital compensará o declínio nos tradicionais modelos de receita, afirmou a PriceWaterhouseCoopers, nesta terça-feira (16).

A migração para o entretenimento digital vai se acelerar à medida que as empresas buscam por mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram por mais controle sobre o conteúdo e mais valor, de acordo com o relatório Global Entertainment and Media Outlook: 2009-2013, lançado na terça-feira.

O relatório também mostra quedas no consumo e no investimento publicitário até 2011, em certas áreas, com retorno de um crescimento saudável em 2012/3, e que as empresas de mídia estão lutando para atrair receita de audiências fragmentadas e móveis.

O mercado de entretenimento e mídia dos Estados Unidos deve voltar a crescer, à razão de 1,2% ao ano, para US$ 495 bilhões em 2013, com o acesso à internet e as vendas de publicidade na internet liderando o processo, de acordo com a projeção de cinco anos da empresa sobre o setor de mídia.

 

Avanço do digital
O crescimento dos segmentos digitais vai superar de longe o do restante do setor durante a desaceleração e a recuperação, e as receitas digitais roubarão mercado das não digitais, afirma o estudo.

Foram previstos declínios de receita ao longo do período para a publicidade em TV, livros didáticos e comerciais e o mercado de revistas, bem como para música gravada e jornais.

O investimento publicitário geral nos EUA deve cair em média anual de 1,7%, para US$ 174 bilhões em 2013, ante US$ 189 bilhões em 2008, e o investimento publicitário mundial em 2013 será 13,3% mais baixo do que em 2008, de acordo com o relatório.

"O declínio atual das receitas não se deve à queda da demanda", disse Bill Cobourn, da divisão de mídia e entretenimento da PricewaterhouseCoopers. "Na verdade, a demanda (por entretenimento e mídia) parece estar crescendo."


Titulares de direitos autorais receberam R$ 271 milhões em 2008

Blog do Autor | Blog do Autor | 09/06/2009 16:46

Os titulares de direitos autorais foram beneficiados por um aumento de 8,38% nos valores distribuídos pelo Ecad - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição - em 2008, em comparação com o ano anterior. Foram R$ 271 milhões, que beneficiaram 73,7 mil titulares, entre autores, intérpretes, músicos, editores, produtores fonográficos, entre outros. A música brasileira continua tendo destaque, já que 73% das obras musicais contempladas foram nacionais e 27% estrangeiras. Entre 2000 e 2008, a distribuição dos direitos autorais deu um salto de 222%.

Alguns segmentos apresentaram significativo aumento nos valores distribuídos: Shows e Eventos (25,65%); Emissoras de Rádio (13,95%), Música ao Vivo (9,86%) e Direitos Gerais (sonorização ambiental) com 26,82%.

O crescimento do segmento de Shows e Eventos deve-se à maior abrangência de captação de shows feita pelo Ecad, em especial, no interior do país, além de um incremento de shows nas agendas dos artistas nacionais para compensar o avanço da pirataria de CDs e DVDs e, também, ao número expressivo de atrações internacionais que se apresentaram no Brasil no ano que passou.

Entre os titulares com maior rendimento no segmento de shows está Vitor Chaves, seguido por Sting, Durval Lelys (do grupo Asa de Águia), Herbert Vianna e Mano Goes (do grupo Jammil e Uma Noites). Já nas rádios, Vanessa da Matta e Ben Harper lideram o ranking das músicas mais executadas com "Boa Sorte". Em seguida, estão Alicia Keys ("No One"), Danni Carlos ("Coisas Que Eu Sei"), James Blunt ("Same Mistake") e D' Black ("Sem Ar").

Saiba onde ouvir música online

08/06, 09:32

Nada melhor para apaziguar o estresse do trabalho ou acompanhar os momentos de lazer na internet do que ouvir música. Mas nem sempre se está usando um computador no qual está armazenada toda sua biblioteca musical. Para garantir a trilha sonora em casos como esse, a melhor opção é recorrer aos serviços de música online.

Uma das "rádios" online mais famosas é a Last FM, que conquistou milhões de usuários em todo o mundo ao combinar música gratuita, funções de rede social e alguma "inteligência". No entanto, este ano a empresa decidiu mudar sua estratégia e passou a cobrar pelos serviços - o que deixou orfãos muitos usuários que não têm a intenção de pagar por esse tipo de serviço.

A boa notícia, no entanto, é que existe muitas alternativas interessantes - e que ainda oferecem as músicas gratuitamente. Abaixo, algumas dicas de serviços que cumprem a missão de manter seu dia-a-dia mais musical.

Grooveshark
A ideia é bem simples: basta digitar o nome do artista ou da música e começar a ouvir. As opções de busca vão além de artista e música, podendo ser feitas também por gênero ou por playlists de outros usuários. Por exemplo, ao buscar por "90s Rock", surgem dezenas de listas de músicas feitas por outros usuários.

Apesar de, como a Last FM, também funcionar como uma "rede social musical", as opções não são muitas. A ferramenta mais interessante é a que permite tocar uma música e mandar no Twitter, Facebook ou StumbleUpon. A melhor entre as opções de compartilhamento é a criação de widgetsque podem ser colocados em um site, blog ou rede social. Dá para colocar uma só música ou mesmo uma lista de músicas, o que cria uma opção bacana para criar um player virtual.

Imeem
Talvez o serviço mais próximo do que era a Last FM: busque por uma banda ou música e comece a escutar. E relaxe pois o site vai fazer recomendações com base no que você está ouvindo - apesar de o sistema não ser tão sofisticado quanto o da Last FM.

O ponto fraco do site é que ele traz poucas músicas completas, sendo que a maioria tem apenas os 30 segundos iniciais (conforme manda a lei).

Ainda assim, vale a pena por algumas funções interessantes e a possibilidade de personlização.

Blip FM
O mais simples dos serviços tem uma proposta mais social (e muito menos sofisticada) que a maioria dos concorrentes: ser uma espécie de Twitter de músicas. Você procura uma canção, escuta e seus contatos vêem o que você escutou. É possível também fazer observações sobre cada faixa e enviar tudo isso para sua conta no Twitter.

Além disso, cada usuário torna-se um "DJ", ou seja, cria listas que podem ser ouvidas por todos os seus contatos. E, claro, também pode aproveitar e ouvir as listas de seus amigos.

Sua maior falha é ter muitas músicas com "defeito" ou cortadas. Mas funciona bem para o que pretende ser.

Musicovery
Bastante simples, o Musicovery é ideal para aqueles dias em que você quer música que combine com seu humor, mas não quer decidir o que vai ouvir. Depois de se cadastrar, basta dizer como está se sentindo (entre as opções disponíveis) e quais seus gêneros preferidos e ele irá sugerir canções que combinem com seu espírito.

Entre as outras opções de personalização disponíveis na versão gratuita (ele tem também uma versão "premium", paga) está a restrição das músicas de acordo com sua época, em uma linha do tempo; e a classificação das canções como preferidas. O site permite também que você ouça apenas as mais tocadas, as suas preferidas ou semelhantes a elas.

O ponto fraco é que, de repente, a música pode parar de tocar e você terá de começar tudo de novo. Não dá muito trabalho, mas às vezes pode ser um pouco incômodo.

Deezer
Tão - ou mais - interessante que a Last.fm, o Deezer é um serviço de stream de música bastante interessante e cheio de opções e ferramentas. É possível desde fazer uma busca básica por artista ou canção, até criar playlists, fazer amigos, compartilhar preferências, etc.

Apesar de ser um site europeu - e, por isso, trazer muita opção de músicas do velho continente -, a variedade de títulos e artistas diponíveis é bem satisfatória e oferece, inclusive, uma boa safra de música brasileira.

Um recurso interessante é a possibilidade de fazer o upload de seus arquivos, desde que eles estejam salvos com a extensão .mp3. Assim, sua biblioteca pessoal fica disponível online e pode também ser compartilhada com os amigos.

Radio UOL
Com um grande acervo, com destaque para cantores, cantoras e bandas brasileiros, a Radio UOL é uma boa opção para streaming de áudio gratuito na internet. Além da busca por álbum, música ou álbum, o serviço traz "estações de rádio", seleções classificadas por estilos e programas.

São interessantes também as listas de canções e álbuns mais ouvidos, que permite acompanhar o gosto dos internautas.

As falhas do serviço estão ligadas ao fato de ainda não ter aderido aos recursos da web 2.0, ou seja, não trazer opções de compartilhamento, criação de playlists personalizadas ou publicação do conteúdo em redes sociais. Falha também por só funcionar no Internet Explorer.

Fonte: Portal UOL

Categoria Opinião  Noticia Atualizada em   08/06/2009   às  11:41:56                   
ORATÓRIA É DEGRAU PARA CONQUISTAS

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Jack Welch, um dos mais famosos executivos do mundo, responsável pelo boom da General Eletric, sempre transmitiu uma energia sedutora em seus discursos. Empolgava a todos em cada palavra que pronunciava, pois dava entonação e emoção adequada a cada ambiente e público. Em diversas entrevistas, quando perguntavam o que ele buscava em um executivo, ele respondia: “-Busco homens que possam articular uma visão”.

Os grandes líderes criam e articulam visões, motivam suas equipes para a realização dos projetos. Utilizam de excelente Oratória neste processo, onde a comunicação e o relacionamento interpessoal precisam estar evidenciado, em cada passo.

Na Oratória Moderna, passamos para nossos alunos que o foco deve estar sempre no interlocutor e não em si mesmo, como alguns, erroneamente ainda trabalham, criando uma falsa imagem de estrelismo e ego em primeiro plano. Sua mensagem deixa de ser atraente para o público, pois está centrada no prazer a pessoa que a emite.

Quanto utilizamos as técnicas de marketing na Oratória Moderna, ativamos um mecanismo eficiente de comunicação que pode nos levar ao sucesso, além de nos ajudar a conquistar respeito em diversas esferas sociais. Expressar-se em público com segurança e objetividade é uma das ferramentas para se construir a marca pessoal. Mas é preciso dosar bem o marketing pessoal com a oratória, para que esse equilíbrio provoque o resultado positivo em quem recebe as mensagens.

Grandes empresas escolhem as pessoas que falam com desinibição e tem uma postura de credibilidade para cargos de liderança, ou instruem seus líderes a desenvolverem esta habilidade. Saber se portar em várias situações, falar apenas o necessário, além de preparar com cuidado o que irá falar e até identificar que alguns momentos são apenas para ouvir, são armas indispensáveis para se alcançar bons resultados nos relacionamentos comerciais e sociais.

Recentemente, Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos, deu várias aulas de Oratória Moderna em sua campanha para a Casa Branca. Como lutava, em silencio, contra os que criticavam sua candidatura por ser afro descendente, ter pouca experiência política, ter origem muçulmana entre outras desvantagens, Obama concentrou todos seus esforços em criar uma imagem positiva de si mesmo, confiante, com a família estável dentro dos padrões americanos, além de preparar minuciosamente seus discursos. Mas faltava o principal, nestes momentos: a oratória perfeita para emocionar milhões de pessoas nos Estados Unidos além de bilhões em todo o planeta.

Mesmo sem conhecê-lo pessoalmente ou pouco saber sobre sua vida, ele cativou a todos com suas mensagens positivas e seguras. Sempre falou com emoção, respeito e com a profunda convicção de acreditar em cada palavra que pronunciava.

É a Oratória Moderna que estamos falando: planejada, com uma estratégia bem elaborada, levando em conta qual o público alvo, que objetivo temos em cada comunicação, nosso estilo e imagem pessoal e qual o ambiente pertencemos. Devemos lembrar que a Oratória utilizada como ferramenta profissional revela qual nossa visão sobre cada tema e sobre os interlocutores, mas principalmente, qual nossa verdadeira intenção no exato momento em que estamos nos apresentando.

Dicas importantes: faça cursos de Oratória, de teatro e canto. Busque ajuda com Fonoaudiólogos e contrate um personal stylist. Não tente fazer sozinho o que vários profissionais estudaram anos para lhe atender em suas necessidades. Sucesso sempre.
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